Limpeza regular, limpezas profundas, mudanças de hóspedes e limpeza pós-obra em toda a Grande Lisboa.
A limpeza comercial falha muito mais por falta de definição do que por falta de trabalho. Estes são os pontos que deixamos escritos antes de começar.
A procura medida por «limpeza de escritórios» subestima este mercado, porque muitos espaços comerciais pequenos nunca usam essa palavra.
Exigências mais altas, regras específicas sobre resíduos e, em muitos casos, obrigação de registar o que foi feito. Diga-nos logo no início que é uma clínica: muda o produto, o método e o registo, e é melhor sabermos antes de falar de preço.
Copas e casas de banho sem dono único do problema. Precisam de âmbito muito claro, porque «a copa» significa coisas diferentes para cada empresa do piso.
A limpeza tem de caber no horário de abertura e a montra apanha pó da rua todos os dias. Aqui a frequência importa mais do que a profundidade, ao contrário do que acontece num escritório.
Esta é a única parte desta actividade em que uma visita ao local compensa mesmo, dos dois lados. É por isso que a fazemos.
Metros quadrados, número de casas de banho, se há copa, quantas pessoas o usam e que tipo de actividade é. Uma clínica, um restaurante e um escritório de software são três trabalhos diferentes.
Quem orçamenta um contrato comercial sem ver o espaço está a adivinhar, e a adivinha corrige-se para cima no segundo mês. Preferimos passar por lá.
O que se faz em todas as visitas, o que é semanal e o que é mensal. Fica por escrito, nem que seja por email — é o documento para onde os dois lados apontam mais tarde.
Um mês, avaliado com honestidade no fim. Os dois lados descobrem o que o espaço precisa mesmo, que nunca é bem o que qualquer um deles previu.
Nos escritórios pequenos de Lisboa é quase sempre de manhã cedo ou ao fim do dia, porque aspirar ao lado de uma secretária não ajuda ninguém. Durante o horário é normal em espaços com atendimento ao público, como clínicas e lojas, onde a limpeza visível durante a abertura faz parte do serviço.
Pode ser qualquer um dos lados, e resulta bem nas duas versões desde que esteja combinado. Quando o material vem de quem limpa, conte com valor de custo mais margem, o que é justo pela deslocação e pelo armazenamento. Com volumes grandes costuma compensar-lhe comprar à parte e pedir-nos apenas a reposição.
Num escritório pequeno, tipicamente a um valor mensal com um mês de pré-aviso de cada lado e uma lista de âmbito em anexo. É assim que trabalhamos: fidelizações longas são invulgares nesta dimensão e merecem uma pergunta a quem as propuser. O que vale a pena negociar é o momento de revisão, não a duração.
Decidimos consigo se a chave e o código ficam com quem faz a limpeza ou se alguém abre a porta. Guardar chave é normal e funciona, mas exige uma pessoa identificada, registo escrito e um procedimento combinado para quando o alarme dispara. Fica tudo no acordo, incluindo o que acontece se essa pessoa deixar de fazer o trabalho.
Têm, e são bastante mais exigentes: separação de resíduos, produtos adequados e, conforme a actividade, registo do que foi feito e quando. Não é trabalho para quem só faz escritórios, por isso diga-nos o tipo de espaço logo no início — se não for um trabalho para nós, dizemos-lho em vez de tentar.
Um mês, dos dois lados, é a prática corrente em contratos desta dimensão em Portugal. Pré-avisos mais longos aparecem quando há investimento inicial envolvido — máquinas, equipamento dedicado — e nesse caso devem estar explicados no contrato e não escondidos numa cláusula.
Metros quadrados, casas de banho, quantas pessoas usam o espaço e quando tem de estar vazio. Chega para lhe dizermos se conseguimos e com que ordem de valor.
Diga o espaço e o horário. Passamos por lá e voltamos com uma proposta por escrito.