Profissional de limpeza a limpar o caixilho de uma janela num apartamento soalheiro de Lisboa

Limpeza de escritórios em Lisboa, fora de horas.

Grande Lisboa
Lisboa · Cascais · Oeiras · Sintra · Almada
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Limpeza regular, limpezas profundas, mudanças de hóspedes e limpeza pós-obra em toda a Grande Lisboa.

O que escrever no acordo

As cláusulas que decidem se o contrato dura um ano ou um mês

A limpeza comercial falha muito mais por falta de definição do que por falta de trabalho. Estes são os pontos que deixamos escritos antes de começar.

  • Frequência e horário. Cinco noites por semana depois das 19:00, três manhãs antes das 09:00, ou duas vezes por semana a qualquer hora. Diga qual, porque é isso que define quem pode sequer apresentar proposta.
  • Âmbito por visita e por período. Lixos, copa, casas de banho e chão em todas as visitas; divisórias de vidro, rodapés e vidros interiores uma vez por mês. É esta separação que mantém a visita diária curta e o valor comportável.
  • Consumíveis. Papel, sabão, sacos e pastilhas de máquina são fornecidos e facturados por quem faz a limpeza, ou comprados pela empresa cliente. Ambas as soluções resultam; a que não resulta é não estar definido.
  • Chaves e alarme. Códigos, guarda de chaves, acesso ao edifício fora de horas e quem é chamado quando o alarme dispara às 22:40. É a cláusula que toda a gente salta e de que depois se sente falta — connosco fica escrita à partida.
  • Uma pessoa responsável de cada lado. Alguém na vossa empresa que levanta os problemas e alguém do nosso lado que responde. Contratos de limpeza morrem mais de insatisfação silenciosa do que de qualquer falha concreta, e por isso connosco fala sempre com o mesmo contacto.
  • Pré-aviso e revisão. Propomos um mês para qualquer das partes e uma conversa marcada ao fim dos primeiros três. Dá aos dois lados uma saída que não é uma discussão, o que torna os dois lados mais disponíveis para começar.
Nem tudo é escritório

Espaços comerciais pequenos com regras próprias

A procura medida por «limpeza de escritórios» subestima este mercado, porque muitos espaços comerciais pequenos nunca usam essa palavra.

Clínicas e consultórios

Exigências mais altas, regras específicas sobre resíduos e, em muitos casos, obrigação de registar o que foi feito. Diga-nos logo no início que é uma clínica: muda o produto, o método e o registo, e é melhor sabermos antes de falar de preço.

Espaços partilhados e coworking

Copas e casas de banho sem dono único do problema. Precisam de âmbito muito claro, porque «a copa» significa coisas diferentes para cada empresa do piso.

Lojas e atendimento ao público

A limpeza tem de caber no horário de abertura e a montra apanha pó da rua todos os dias. Aqui a frequência importa mais do que a profundidade, ao contrário do que acontece num escritório.

Do pedido à proposta

Quatro passos até um valor que se aguenta

Esta é a única parte desta actividade em que uma visita ao local compensa mesmo, dos dois lados. É por isso que a fazemos.

01

Descreva o espaço

Metros quadrados, número de casas de banho, se há copa, quantas pessoas o usam e que tipo de actividade é. Uma clínica, um restaurante e um escritório de software são três trabalhos diferentes.

02

Vamos ver o espaço antes do preço

Quem orçamenta um contrato comercial sem ver o espaço está a adivinhar, e a adivinha corrige-se para cima no segundo mês. Preferimos passar por lá.

03

Fechamos a lista repartida

O que se faz em todas as visitas, o que é semanal e o que é mensal. Fica por escrito, nem que seja por email — é o documento para onde os dois lados apontam mais tarde.

04

Começamos com um mês experimental

Um mês, avaliado com honestidade no fim. Os dois lados descobrem o que o espaço precisa mesmo, que nunca é bem o que qualquer um deles previu.

Perguntas de empresas

O que se pergunta antes de assinar um contrato

A limpeza é feita antes, durante ou depois do horário?

Nos escritórios pequenos de Lisboa é quase sempre de manhã cedo ou ao fim do dia, porque aspirar ao lado de uma secretária não ajuda ninguém. Durante o horário é normal em espaços com atendimento ao público, como clínicas e lojas, onde a limpeza visível durante a abertura faz parte do serviço.

Quem fornece o papel, o sabão e os sacos?

Pode ser qualquer um dos lados, e resulta bem nas duas versões desde que esteja combinado. Quando o material vem de quem limpa, conte com valor de custo mais margem, o que é justo pela deslocação e pelo armazenamento. Com volumes grandes costuma compensar-lhe comprar à parte e pedir-nos apenas a reposição.

A que se compromete um contrato de limpeza?

Num escritório pequeno, tipicamente a um valor mensal com um mês de pré-aviso de cada lado e uma lista de âmbito em anexo. É assim que trabalhamos: fidelizações longas são invulgares nesta dimensão e merecem uma pergunta a quem as propuser. O que vale a pena negociar é o momento de revisão, não a duração.

Quem fica com as chaves e o código do alarme?

Decidimos consigo se a chave e o código ficam com quem faz a limpeza ou se alguém abre a porta. Guardar chave é normal e funciona, mas exige uma pessoa identificada, registo escrito e um procedimento combinado para quando o alarme dispara. Fica tudo no acordo, incluindo o que acontece se essa pessoa deixar de fazer o trabalho.

Consultórios e clínicas têm regras próprias?

Têm, e são bastante mais exigentes: separação de resíduos, produtos adequados e, conforme a actividade, registo do que foi feito e quando. Não é trabalho para quem só faz escritórios, por isso diga-nos o tipo de espaço logo no início — se não for um trabalho para nós, dizemos-lho em vez de tentar.

Qual é o pré-aviso normal para terminar?

Um mês, dos dois lados, é a prática corrente em contratos desta dimensão em Portugal. Pré-avisos mais longos aparecem quando há investimento inicial envolvido — máquinas, equipamento dedicado — e nesse caso devem estar explicados no contrato e não escondidos numa cláusula.

Para empresas

Envie a planta e o horário

Metros quadrados, casas de banho, quantas pessoas usam o espaço e quando tem de estar vazio. Chega para lhe dizermos se conseguimos e com que ordem de valor.

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Diga o espaço e o horário. Passamos por lá e voltamos com uma proposta por escrito.

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