Limpeza regular, limpezas profundas, mudanças de hóspedes e limpeza pós-obra em toda a Grande Lisboa.
Uma mudança não é uma limpeza pequena. É a reposição integral de um imóvel num prazo definido pelo voo de outra pessoa, e cada passo tem uma forma de correr mal que acaba escrita numa avaliação. É assim que a fazemos.
A máquina arranca antes de qualquer outra coisa, porque a lavagem é a única parte do trabalho que não se consegue acelerar.
Cada superfície volta às fotografias do anúncio. Isso inclui o que ninguém repara até estar errado: cabides todos no mesmo sentido, jarro vazio, comando no sítio.
Café, papel, sabão, sacos, lâmpadas. E uma volta pelo copo lascado, pela toalha que falta e pela nódoa que ontem não existia — que lhe comunicamos com fotografia no próprio dia, não três semanas depois.
Enviamos-lhe uma mensagem a dizer que está pronto, com a hora. Num dia mau é essa mensagem que lhe permite atrasar uma entrada em vez de descobrir o problema com o hóspede já à porta.
As dificuldades aqui são físicas e locais, e são a razão por que uma empresa excelente num bairro de prédios novos pode falhar redondamente em Alfama. Contamos com elas antes de lhe dar um preço.
Sobre o valor: uma mudança bem feita aproxima-se de uma limpeza pontual em duração — as fontes públicas situam três a quatro horas em €30–60 — mas a comparação só é útil se contar a roupa, os consumíveis e as escadas. Indicação de páginas de preços públicas, não é um orçamento. Os valores à hora vêm de spicandspan.pt, idealista.pt e zaask.pt; o valor mensal de viplimpezas.pt; o valor pós-obra de Zaask, Habitissimo, lipclean e fixhomeservicios. Consultados em agosto de 2026. Quem tem várias mudanças por mês negoceia por volume e não por visita; ver preços de limpeza em Lisboa.
A prática em Lisboa é saída às 10:00 ou 11:00 e entrada a partir das 15:00, o que dá quatro a cinco horas no papel. Na realidade o hóspede sai tarde, a máquina leva duas horas e a janela útil fica perto de três. Um plano que só funciona se tudo correr a horas não é um plano.
Nós. Quem faz a mudança é a única pessoa em condições de reparar na diferença, por isso combinamos consigo um inventário fixo por mudança — jogos de cama, toalhas, chaves — e um único canal onde essas diferenças lhe chegam no próprio dia, com fotografia.
Pode, e acima de um certo número de mudanças por mês costuma sair mais barato além de mais rápido, porque retira a lavagem do caminho crítico. Exige jogos suficientes em circulação e alguém que trate da troca, o que é uma decisão a tomar no início e não em julho.
Cofre de chaves resolve e é comum; fechadura com código por hóspede é melhor onde o prédio permite. Seja qual for a solução, precisamos de acesso próprio e fiável, que não dependa de um hóspede ter deixado a chave em cima da mesa, e de alguém do seu lado que possa decidir quando algo corre mal.
Pode, e cada vez mais o faz. Regulamentos internos com períodos de silêncio, horários para o lixo e regras sobre o uso do elevador para cargas são frequentes em prédios com alojamento local. Diga-nos o que o seu regulamento permite antes de fecharmos a janela de mudança, para não prometermos uma hora proibida.
Para nos pedir uma limpeza não precisa de mostrar nada. Mas explorar alojamento local em Portugal exige registo próprio e há regras específicas por concelho e por zona em Lisboa. Isso é responsabilidade sua enquanto proprietário e não é coisa que a limpeza resolva.
Quantas mudanças por mês, a janela habitual e se a roupa é lavada no apartamento. É isso que nos diz se aguentamos mesmo o seu calendário.
Diga o imóvel, a janela e o volume. Dizemos-lhe no próprio dia se conseguimos aguentar o ritmo.